quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

selecção por contraste de cor e correcção de uma selecção

Nesta aula fizemos também uma ficha sobre a selecção por contraste de cor e correcção de uma selcção.
É um procedimento muito delicado. Inicialmente selecionamos o objecto da imagem que pretendemos modificar com a ferramenta magnetic lasso com o feather a 0 e o anti-aliased selecionado.
Depois da selecção estar efectuadas podemos realizar as correcções desejadas com as ferramentas brush e eraser de seguida introduzimos as alterações da cor a imagem e guardamos a imagem, como iremos apresentar a seguir a imagem inicial e a imagem modificada como exemplo.

Imagem inicial


Imagem modificada

Efeito de muldura numa imagem

Bom dia.
Nesta aula estivemos a realizar uma ficha em photoshop que consiste em dar um efeito de muldura numa imagem, e apresento aqui uma imagem editada.

Imagem original


Imagem modificada


segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Photoshop

Bom dia.
Nesta aula fizemos uma pequena abordagem ao programa photoshop. É um programa muito interessante e que oferece diversas aplicações úteis para trabalharmos a nossa imagem e obtermos o resultado que pretendermos. Durante as próximas aulas vamos realizar diversas tarefas simples com o objectivo de aprendermos a funcionar correctamente com o programa, iremos publicar alguns trabalhos realizados neste programa. Na imagem a seguir podemos observar as diferenças entre uma imagem real e uma imagem trabalhada em photoshop.


quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Formatos de ficheiros de imagem

Bitmap e vetorial
As imagens do tipo bitmap são construidas com a formação de quadrados muito pequenos chamados pixel. Para demonstrar essa construção está abaixo as ilustrações, nas quais estão demonstradas as características principais. Na grade de base, cada quadrado representa 1 pixel, como se pode observar na figura em baixo.


 A arte vetorial é diferente do procedimento da criação em pixels individuais, são criados objetos, como por exemplo retângulos e círculos. Mas nada de coordenadas matemáticas, destas formas, o programa vetorial pode criar arquivos com uma fração do espaço utilizado pelo bitmap (imagens rastreadas), e mais importante, possuem a capacidade de serem ampliados indefinidamente sem perderem definição e detalhamento.Um exemplo de imagem vetorial como se pode observar em baixo.



Bitmap

BMP - O formato de arquivo BMP, também conhecido como arquivo de imagem bitmap ou bitmap independente de dispositivo (DIB) formato de arquivo ou simplesmente um bitmap, é um raster gráficos formato de arquivo de imagem usado para armazenar bitmap imagens digitais, independentemente do dispositivo de exibição (como um adaptador gráfico). O formato de arquivo BMP é capaz de armazenar imagens digitais 2D de largura arbitrária, altura e resolução, tanto monocromático e cores, em várias profundidades de cor e, opcionalmente, com compressão de dados , canais alfa , e perfis de cor.



GIF - Graphics Interchange Format, que se pode traduzir como "formato para intercâmbio de gráficos") é um formato de imagem de mapa de bits muito usado na world wide web, quer para imagens fixas, quer para animações. Podemos observar no exemplo  em baixo.




JPEG- Joint Photographic Experts Groups é um método comum usado para comprimir imagens fotográficas. O grau de redução pode ser ajustado, o que permite escolher o tamanho de armazenamento e o seu compromisso com a qualidade da imagem. Geralmente obtém-se uma compressão pouco perceptível e perda na qualidade da imagem. Além de ser um método de compressão, é frequentemente considerado como um formato de arquivo. JPEG / Exif é o formato de imagem mais comum usado por câmaras digitais e outros dispositivos de captura de imagem, juntamente de JPEG / JFIF, que também é um outro formato para o armazenamento e transmissão de imagens na World Wide Web. JPEG / JFIF é o formato usado para armazenar fotos e transmiti-las através da Internet. Geralmente desconsideram-se os formatos e dizemos simplesmente JPEG.

PDF - Portable Document Format é um formato de arquivo, desenvolvido pela Adobe Systems, para representar documentos de maneira independente do aplicativo, do hardware e do sistema operacional usados para criá-los. Um arquivo PDF pode descrever documentos que contenham texto, gráficos e imagens num formato independente de dispositivo e resolução. O PDF é um padrão aberto, e qualquer pessoa pode escrever aplicativos que leiam ou escrevam neste padrão.

PNG - Portable Network Graphics é um formato de dados utilizado para imagens, que surgiu em 1996 como substituto para o formato GIF, devido ao facto de este último incluir algoritmos patenteados. Este formato tem uma maior gama de profundidade de cores, alta compressão (regulável), além de outras características.
O formato PNG permite comprimir as imagens sem perda de qualidade e retirar o fundo de imagens com o uso do canal alfa. O canal alfa, diferentemente da transparência do GIF, é capaz de definir o nível de opacidade de cada pixel, adequando-se a qualquer fundo de um site ou apresentação, sem serrilhamento, algo que não se consegue com os outros formatos populares. Por isso é um formato válido para imagens que precisam manter 100% da qualidade para reuso.

TIFF - Tagged Image File Format é um formato de arquivo raster para imagens digitais criado pela Aldus para uso no processo de impressão PostScript, que agora é controlado pela Adobe. Transformou-se no formato padrão dos arquivos gráficos (32-bits) com elevada definição de cores. É usado extensamente em aplicações de manipulação de imagem tais como Photoshop, DTP e scanners e também muito utilizado para o intercâmbio de imagens entre as diversas plataformas (hardware: PC, Macintosh, software: Linux, Windows). Há ainda a opção na qual um arquivo TIFF tenha mais de uma página dentro de um único arquivo.

Vetorial

SVG - Scalable Vector Graphics que pode ser traduzido do inglês como gráficos vetoriais escaláveis. Trata-se de uma linguagem XML para descrever de forma vetorial desenhos e gráficos bidimensionais, quer de forma estática, quer dinâmica ou animada. Umas das principais características dos gráficos vetoriais, é que não perdem qualidade ao serem ampliados. SVG é suportado por todos os navegadores Web modernos de forma nativa ou através de bibliotecas JavaScript.

SXD - OpenOffice.org Draw é um editor de gráficos. Ele apresenta "conectores" entre as formas, que estão disponíveis em uma variedade de estilos de linha e facilita a criação de desenhos, tais como fluxograma. Ele também inclui muitas características encontradas em editoração electrónica de software. 

WMF - Windows Metafile é um formato de arquivo gráfico no Microsoft Windows sistemas. Metafiles janelas são que pretendem ser portáveis ​​entre aplicações e podem conter gráficos vetoriais e bitmap componentes.
Essencialmente, um arquivo WMF armazena uma lista de chamadas de função que têm de ser emitidos para o Windows Graphics Device Interface camada (GDI) para exibir uma imagem na tela. Uma vez que algumas funções GDI aceitar ponteiros para funções de callback para tratamento de erros, um arquivo WMF pode incluir erroneamente o código executável. WMF é um 16-bit formato introduzido no Windows 3.0. É o nativo formato vetorial para o Microsoft Office aplicações como o Word, PowerPoint e Publisher.
CDR – CorelDRAW foi desenvolvido e comercializado pela Corel Corporation de Ottawa , Canadá. CDR é um formato de arquivo proprietário formato de arquivo desenvolvido pela Corel Corporation e usado principalmente para desenhos gráficos vetoriais. Não há à disposição do público CDR especificação de formato de arquivo.
PS - PostScript é uma linguagem de programação especializada para visualização de informações, ou uma linguagem de descrição de páginas, originalmente criada para impressão e posteriormente modificada para o uso com monitores. A linguagem fornece uma máquina de pilha e comandos específicos para o desenho de letras e figuras, incluindo comandos de traçado e formas de representação de imagens.Foi desenvolvida pela Adobe. EPS- Encapsulated PostScript
Formato com a finalidade de importar e exportar ficheiros PostScript. Ao invés do formato ".ps" não editável, destinado a saídas em impressoras.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Bem vindo 2º período

Sejam bem vindos ao nosso blog novamente. Esperamos que este período seja melhor que o anterior.
Divirtam-se =D

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Cor e Modelos de Cor

Cor
A cor é uma percepção visual provocada pela acção de um feixe de fotons, sobre células especializadas da retina, que transmitem através de informação pré-processada no nervo óptico, impressões para o sistema nervoso.
Modelos de cor
Os modelos de cor foram criados de modo a uniformizar a forma como são especificadas as cores em formato digital, de modo a reproduzir com rigor a cor pretendida, quer seja pelo scanner, monitor ou Impressora.
Um modelo de cor é um sistema utilizado para organizar e definir cores conforme um conjunto de propriedades básicas que são reproduzíveis.

Modelo RGB ( Red Green Blue)
Como as cores RGB se combinam para criar o branco, também são denominadas cores aditivas.
Juntando todas as cores obtém-se o branco, ou seja, toda a luz é reflectida de volta ao olho. As cores aditivas são usadas em iluminação, vídeo e monitores.


Modelo CMYK (Cian, Magenta, Yellow e blacK)
As cores do monitor são reproduzidas numa impressora através dos pigmentos.
Os pigmentos criam as cores primárias azul, amarelo e vermelho, as quais, juntas, criam outras cores.
O método mais comum de reprodução de imagens coloridas em papel é pela combinação de pigmentos cyan, magenta, amarelo e preto.
O modelo de cor CMYK é chamado de modelo subtractivo de cores porque cria cores absorvendo luz.


Modelo YUV
O modelo YUV foi criado a par do desenvolvimento da transmissão de sinais de cor de televisão.
Este modelo baseado na luminância permite transmitir componentes de cor em menos tempo do que seria necessário se fosse utilizado o modelo RGB. Ao mesmo tempo, o modelo YUV permite transmitir imagens a preto e branco e imagens de cor de forma independente.

Modelo HSB

HSB (Hue, saturation, bright) em português Matriz, Saturação e brilho é um sistema de cores baseada nestes três componentes. É a cor reflectida de um objecto ou transmitida por meio dele, saturação: é a intensidade ou pureza da cor, representa a quantidade de cinza em proporção à matiz.
Brilho: é a luz ou sombra relativa da cor, normalmente medido como uma percentagem de o% (preto) a 100% (branco).


quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Formato de texto


ASCII
A tabela de código ASCII (American Standard Code for Information Interchange) surgiu nos anos 60, devido a necessidade de criar um padrão que fosse utilizado por todos os computadores, tornando mais fácil a comunicação entre eles e a troca de dados.

A tabela ASCII utiliza conjuntos de 7 bits para representar 128 caracteres (2^7 caracteres), muitos deles adequados apenas à língua inglesa, por ter sido desenvolvida nos EUA.

A ISO ( International Standards Organization) adoptou o código ASCII como norma internacional, com a designação ISO 646, e ampliou-o, passando a incluir um conjunto de outros idiomas. Para conseguir esta ampliação tiveram de ser utilizados conjuntos de 8 bits 81byte), permitindo representar 256 caracteres (2^8 caracteres), ou seja, aos 128 caracteres iniciais foram acrescentados mais 128. No entanto, estes 256 caracteres continuavam a ser insuficientes para englobar todos os caracteres dos vários idiomas, sendo, por isso, necessário criar variantes regionais.
Para se obter um caracter ASCII num processador de texto, a partir do teclado, pressiona-se a tecla ALT e , simultaneamente, no teclado numérico, digita-se o código da tabela ASCII correspondente ao caracter pretendido.
Unicode
O Unicode é também um código que define todos os caracteres da maior parte das línguas do Mundo. Foi desenvolvido, em simultâneo, por um consórcio industrial, incluindo, entre outras companhias, a Apple, a Adobe, a Microsoft, a Hp, a IBM, a Grae/e, a SAP, a SUN e a Unisys. Permite utilizar conjuntos até 4 bytes (32 bits) para codificar os caracteres, sendo mais extenso que a tabela de código ASCII.





Os códigos disponibilizados pela Unicode permitem representar os caracteres utilizados pelos idiomas modernos e as formas clássicas de alguns idiomas. Codificam, entre outras, caracteres acentuados, símbolos de pontuação, símbolos técnicos e matemáticos e outros símbolos gráficos também conhecidos por dingbats (por exemplo, estrelas e outras formas).
Actualmente é promovido e desenvolvido pela Unicode Consortium, uma organização sem fins lucrativos que coordena o padrão, e que possui a meta de eventualmente substituir esquemas de codificação de caracteres existentes pelo Unicode e pelos esquemas padronizados de transformação Unicode (chamado Unicode Transformation Format, ou UTF). O seu desenvolvimento é feito em conjunto com a Organização Internacional para Padronização (ISO) e compartilha o repertório de caracteres com o ISO/IEC 10646: o Conjunto Universal de Caracteres (UCS). Ambos funcionam equivalentemente como codificadores de caracteres, mas o padrão Unicode fornece muito mais informação para implementadores, cobrindo em detalhes tópicos como ordenação alfabética e visualização.
O seu sucesso em unificar conjuntos de caracteres levou a um uso amplo e predominante na internacionalização e localização de programas de computador. O padrão foi implementado em várias tecnologias recentes, incluindo XML, Java e sistemas operacionais modernos.
Fontes
Uma fonte tipográfica, ou apenas fonte, é um conjunto de caracteres tipográficos com o mesmo desenho ou atributos e podendo também ter o mesmo tamanho.  As fontes podem representar letras, números ou símbolos e são armazenadas em ficheiros, contendo informações sobre as suas características físicas que determinam a forma como serão visualizadas no ecrã e a forma como serão impressas em papel. Cada fonte é identificada por um nome próprio e classificadas de acordo com a sua família. Sendo assim, uma família tipográfica é um conjunto de fontes que têm as mesmas características estilísticas elementares, no entanto podem ser representadas com variações de largura, altura, espessura e de outras características. 

       Existem duas grandes famílias, que são as famílias tipográficas com serifas e as famílias tipográficas sem serifas, que constituem o principal sistema de diferenciação de letras. A principal diferença entre elas é que as letras com serifas têm pequenos traços e prolongamentos no fim das hastes de cada letra, sendo mais usadas em blocos de texto, visto que as serifas tendem a guiar o olhar através do texto; enquanto as letras sem serifas não têm esses prolongamentos, motivo pelo qual são usadas em títulos e chamadas, visto que, ao contrário das famílias tipográficas com serifa, estas valorizam cada palavra individualmente, tendo assim um maior peso e presença para os olhos por parecerem mais "limpas". As duas famílias mais conhecidas que representam cada tipo são o Helvética e a Times.

Características das fontes
Um tipo de fonte descreve um conjunto de características, como o desenho, o tamanho, o espaçamento e a largura dos seus caracteres. Para além destas características, um tipo de fonte tem associados estilos como o itálico, o negrito e o negrito itálico.
Os tipos de fontes são utilizados para reproduzir texto no ecrã e na impressão.
O tamanho de uma fonte utiliza como unidade de medida o ponto (pt) que corresponde aproximadamente a 0,3528mm.
Existem dois tipos de fontes: bitmapped e escaladas. Estes dois tipos são semelhantes, respectivamente, em termos de concepção, às imagens bitmap e vectoriais.
Características das fontes:
• Desenho
• Tamanho
• Espaçamento e a largura dos caracteres

Tem associado:
Estilo itálico, negrito e negrito itálico
 
Tipos de Letra
       Times New Roman- como referido anteriormente, é uma família tipográfica serifada que foi criada em 1931 e, actualmente, é um dos tipos de letra mais conhecidos e usados muldialmente, pois possui uma excelente legibilidade, permitindo a sua utilização em todo o tipo de documentos. O seu criador original foi Victor Lardent, que foi aperfeiçoando os seus desenhos durante um longo periodo de tempo até chegar ao resultado final que hoje conhecemos, e possui esse nome, pois foi criada para o uso do jornal "Times" e é uma releitura das antigas tipografias clássicas, "New Roman".
 
       Garamond- tal com a "Times New Roman", a Garamond também é um dos tipos de letra mais conhecidos e usados mundialmente. Foi criada em 1530 pelo francês Claude Garamond, que deu assim origem ao nome do tipo de letra. Actualmente, é alvo de várias derivadas, no entanto, as famílias tipográficas inspiradas na Garamond diferem da original em vários aspectos ligados ás suas características. A maior parte destas versões encontram-se disponíveis para computadores digitais e, tal como a "Times", é muito utilizado na composição de texto corrido por possuir uma boa legibilidade.
       Arial- como já analisamos, é uma família tipográfica sem serifa que foi criada em 1982 por Robin Nicholas e Patrícia Saunders no Reino Unido. É uma fonte padrão, ou seja, possui um conjunto de fontes derivadas da Arial Regular, ou apenas "Arial". A Arial é alvo de várias críticas entre os designers gráficos, visto que surgiu para concorrer com a fonte Helvetica, considerando-na assim como uma "cópia inferior da Helvetica", no entanto, elas são apenas semelhantes, pois apesar de ser inspirada no desenho da mesma fonte que serviu de inspiração para a Helvetica (Akzidenz Grotesk), a Arial possui alterações quanto á sua forma e espaçamento entre as letras, tornando-a mais legível nos monitores em diversas resoluções.

Fontes bitmapped
As fontes bitmapped são guardadas como uma matriz de pixeís e, por conseguinte, ao serem ampliadas, perdem a qualidade. São concebidas com uma resolução e um tamanho especificos para uma impressora especifica, não podendo ser escaladas. As cinco fontes bitmapped são: courier, MS Sans Serif, MS Serif, Small e Symbol.
Fontes escaladas
Fontes type 1
As fontes Type 1 (ou fontes PostScript) contêm caracteres definidos no código PostScript. Foi a Adobe quem desenvolveu e produziu este tipo de fontes e também distribui muitos caracteres Type 1.
Estas fontes são produzidas para trabalhar, por exemplo, com impressoras PostScript, em que o detalhe obtido cumpre os padrões de qualidade estabelecidos na indústria tipográfica.
Fontes true type
As fontes True Type foram criadas pela Apple para competir com as fontes Type 1 da Apple em PostScript. Mais tarde, a Microsoft aliou-se à Apple e estas fontes foram incluídas a partir do Windows 3.1 e do Mac OS 7.
Estas fontes contêm o seu próprio algoritmo para converter as linhas de contorno em bitmaps. São dimensionáveis para qualquer altura e podem ser impressas exactamente como aparecem no ecrã.
Como estas fontes não são compatíveis com o código PostScript, é necessário convertê-las em fontes Type 1, mas a impressão é lenta e com erros. Por isso, este tipo de fontes não é muito utilizado em impressoras PostScript.
Estas fontes são guardadas, no WIndows, num ficheiro com a extensão .ttf (True Type File).
Fontes open type
As fontes OpenType são um novo formato desenvolvido pela Adobe e Microsft. O ficheiro OpenType é uma extensão do formato TrueType que suporta as fontes Type 1 e o código PostScript.
As fontes OpenType que contêm o esquema Type 1 são guardadas com a extensão .otf, enquanto que aquelas que suportam o formato TrueType apresentam a extensão .otf, .ttf ou .ttc.
Estas fontes incluem um vasto conjunto de caracteres e traços para fornecer um suporte linguístico mais rico e avançado controlo tipográfico. Todas as fontes OpenType podem ser instaladas e usadas juntamente com as fontes Type 1 (PostScript) e TrueType.